Minha produção artística investiga a imagem como campo de disputa simbólica, articulando arte, educação e política a partir de narrativas negras, do mito e da memória afro-diaspórica. Atuo como multiartista em audiovisual, teatro, artes visuais e práticas pedagógicas, entendendo essas linguagens como extensões de uma mesma pesquisa autoral.

Durante grande parte da minha trajetória, assinei a obra como Marcos Costa, nome sob o qual se consolidaram projetos e reconhecimentos institucionais. A adoção do nome Uê Puauet constitui um gesto político de descolonialidade, que não apaga a produção anterior, mas reposiciona a autoria no campo simbólico e estético.

Este site reúne obras e processos que afirmam a imagem, o corpo e a narrativa como forças vivas de memória, presença e reinvenção.